Não há liberdade religiosa

Não há liberdade religiosa no islâmico Reino da Arábia Saudita. A adoração pública a qualquer religião que não seja o Islã é absolutamente proibida e a conversão do islamismo para qualquer religião é crime cuja pena é a morte. Cristãos sauditas tem medo de declarar abertamente sua fé e até de conversar a respeito, mesmo com a própria família. Somália (cerca de mil cristãos remanescentes)ip Não há liberdade religiosa no islâmico Reino da Arábia Saudita. A adoração pública a qualquer religião que não seja o Islã é absolutamente proibida e a conversão do islamismo para qualquer religião é crime cuja pena é a morte. Cristãos sauditas tem medo de declarar abertamente sua fé e até de conversar a respeito, mesmo com a própria família. Somália (cerca de mil cristãos remanescentes)ip

Não há liberdade religiosa

Não há liberdade religiosa no islâmico Reino da Arábia Saudita. A adoração pública a qualquer religião que não seja o Islã é absolutamente proibida e a conversão do islamismo para qualquer religião é crime cuja pena é a morte. Cristãos sauditas tem medo de declarar abertamente sua fé e até de conversar a respeito, mesmo com a própria família. Somália (cerca de mil cristãos remanescentes)ip

Não há liberdade religiosa no islâmico Reino da Arábia Saudita. A adoração pública a qualquer religião que não seja o Islã é absolutamente proibida e a conversão do islamismo para qualquer religião é crime cuja pena é a morte. Cristãos sauditas tem medo de declarar abertamente sua fé e até de conversar a respeito, mesmo com a própria família. Somália (cerca de mil cristãos remanescentes)ip

O enterro de uma família cristã, assassinado por extremistas muçulmanos, teve lugar no dia 04 de novembro no assentamento síria de Sadad, relata Blagovest.info .

Corpos de seis pessoas foram encontrados dentro de um poço do assentamento que foi retomado pelas tropas do governo dos islamistas da frente de Al-Nusra. O assassinato em massa provavelmente foi cometido em 26 de outubro.

Entre os mortos havia: 85-year-old Matanios Ash-Sheikh, o seu 75-year-old mulher Habsa, o seu 45-year-old filha Njala, e dois netos: um estudante universitário de 18 anos de idade Ranim e 16 estudante do ensino anos de idade, Fadi. A sexta vítima dos militantes foi de 90-year-old Mariam, avó dos adolescentes a partir do lado de seu pai.

O número total de vítimas em Sadad, cuja população é constituída principalmente de crentes da Igreja siríaca, é de 45 pessoas. A história deste assentamento remonta a 2000 aC, é mencionado pela primeira vez no Antigo Testamento como Cedad. Até hoje os moradores locais falam o aramaico-a língua que Jesus Cristo falava.

Durante sua conversa com representantes da “Ajuda à Igreja que sofre” a caridade, o melquita (greco-católica) Patriarca Gregório III Laham de Antioquia chamado as ações dos militantes em Sadad “brutalidade”. “Eu não entendo por que a comunidade mundial não está levantando a sua voz para denunciar tal crueldade”, disse o Hierarca.

Em 7 de Novembro, o Patriarca Gregório era para falar no painel de discussão sobre a situação na Síria, organizado pela “Ajuda à Igreja que sofre” em Augsburg (Alemanha). Em outubro, o chefe da Syrian Melkites visitou a Grã-Bretanha a convite da mesma organização de ajuda, onde ele chamou os políticos, jornalistas e congregações cristãs para dar apoio aos perseguidos seguidores de Cristo em seu país.

O homicídio em Sadad tornou-se o ato mais sangrento da violência contra os cristãos em todo o período da guerra civil na Síria, que começou em março de 2011. Aos olhos dos cristãos locais, os mortos no Sadad são mártires genuínos, pois sofreu exclusivamente para o seu fé.

Não há liberdade religiosa

===============================================

Hinduinização': governo da Índia reage as conversões ao cristianismo

dtq-crista-indiana

Nagaland é um dos estados indianos onde há aproximadamente 2 milhões de habitantes. A população é majoritariamente cristã, cerca de 90%. O restante se declara hindu ou budismo. Porém, a situação dos cristãos não é tranquila, e eles pedem orações. O governo indiano reage às conversões ao cristianismo, como fez em 2015, aprovando projetos de lei com o objetivo declarado de “resgatar a cultura, tradição e identidade dos povos indianos”.

No geral, a Índia é uma nação governada por um partido político que protege o hinduísmo radical. Classificada na 15ª posição da atual Lista Mundial da Perseguição, a Índia ainda se declara como um estado secular, com liberdade de religião. No entanto, não é o governo federal que decide as questões religiosas através da legislação, e sim cada estado com sua própria política.

No caso de Orissa, Himachal Pradesh, Gujarat, Madhya Pradesh e Chhattisgarh, por exemplo, todos implementaram a chamada legislação anti-conversão. Logo, nessas regiões, os cristãos ex-hindus suportam o maior peso da perseguição. Sabe-se que um processo de “hinduinização” está sendo implantado no país, por isso as demais minorias e linha religiosas estão mais vulneráveis. A intenção dos radicais hindus é que a nação seja completamente hindu a médio prazo. Ore pela igreja na Índia.

=============================================

Rússia proíbe atividades de Testemunhas de Jeová por ‘extremismo’

russia

O Centro de Direção das Testemunhas de Jeová na Rússia, que dirige todas as filiais regionais e locais da comunidade religiosa, foi incluído na lista de organizações não governamentais e religiosas que foram suspensas por extremismo, afirma um comunicado do Ministério.

O porta-voz das Testemunhas de Jeová na Rússia, Ivan Belenko, denunciou à Agência Efe que a decisão das autoridades russas privará do direito à liberdade ao culto os 175 mil seguidores que dessa comunidade no país.
Em todos os processos judiciais contra a organização, as autoridades a acusaram de armazenamento e difusão de literatura religiosa de caráter extremista.

“Todas as decisões judiciais contra nós se baseiam em uma única acusação: que alguns de nossos livros e discursos estão na lista de literatura extremista que existe neste país”, explicou Belenko.
Belenko afirmou que as decisões de incluir algumas publicações na lista negra “foram tomadas com base em opiniões de falsos especialistas e sentenças judiciais ditadas às costas dos crentes”.

Polêmica Lei de ‘aborto por pobreza’ opõe Igreja e governo na Bolívia

dtq-pobreza_bolivia

Um projeto de lei que pretende liberar o aborto para mulheres pobres ou com ao menos três filhos abriu uma forte polêmica e opôs governo e Igreja na Bolívia. A informação é do ‘G1′.

A iniciativa apresentada pelo MAS, partido do presidente Evo Morales, pretende descriminalizar o aborto em nove situações, sendo que três já eram previstas pela legislação local (risco para saúde da gestante, estupro ou incesto).

A proposta determina que mulheres possam abortar nas oito primeiras semanas de gestação em casos de pobreza extrema ou de falta de recursos para manutenção da família. Também quando a mulher já seja mãe de ao menos três filhos ou seja estudante – em todos esses casos, seria permitido apenas um aborto.

Pelo texto proposto, a prática seria permitida mais de uma vez e em qualquer etapa da gestação em casos de gravidez até 18 anos, grave má formação fetal e nas três hipóteses já previstas (risco à saúde, estupro e incesto).

O projeto, apresentado por setores mais progressistas do MAS, conta com apoio de grupos de mulheres, mas desperta forte rejeição na Igreja Católica e na oposição no Congresso.

Hoje, a legislação na Bolívia prevê prisão de um a quatro anos para abortos fora das hipóteses previstas. O novo projeto reduziria essa pena para até três anos, e responsabiliza médicos, enfermeiros ou parentes caso a mulher morra em uma clínica clandestina de aborto – poderão responder por feminicídio, que prevê até 30 anos de detenção.

Na semana passada, grupos que defendem o projeto e integram a Confederação Nacional de Mulheres de Comunidades Interculturais organizaram ato em defesa da iniciativa. Afirmam que a medida foi pensada para mulheres sem recursos econômicos, que já não querem família grande e desejam decidir sobre suas vidas, disse Amalia Coaquira, integrante do grupo.

“As mulheres continuam sendo obrigadas a ter relações sexuais sem preservativo e anticoncepcionais e devem ter o direito de decidir sobre suas próprias vidas”, afirmou Coaquira.

A presidente da Câmara dos Deputados, a governista Gabriela Montaño, disse que a Bolívia não pode se caracterizar pela desigualdade entre “mulheres que têm dinheiro para interromper a gravidez e as que morrem por falta de dinheiro”.

O governo diz que a medida visa reduzir a mortalidade de mulheres no país. A ministra da Saúde da gestão Evo, Ariana Campero, justificou a iniciativa afirmando que “13% das mortes maternas são resultado de abortos em locais clandestinos” e que a maioria das mulheres que recorrem a esses expedientes são pobres.

“Temos que ser muito mais pragmáticos e objetivos. Nenhuma mulher pode morrer mais na Bolívia porque interrompeu a gravidez”, afirma a ministra.

Oposição da Igreja

A polêmica envolveu o vice-presidente da Bolívia, Álvaro García Linera, e a cúpula da Igreja Católica.

O secretário-geral da Conferência Episcopal da Bolívia, monsenhor Aurelio Pesoa, afirmou que o projeto “distorce o sistema penal, introduzindo a pobreza como motivo para impunidade por crimes como o infanticídio”. Rejeitou ainda a ideia de que “ser pobre seja justificativa para violar qualquer lei”.

García Linera reagiu citando o Papa Francisco. “O Papa Francisco emitiu uma forte mensagem ao mundo quando disse que as mulheres que praticam o aborto devem ser perdoadas. E com isso disse que devemos encontrar um equilíbrio entre os princípios éticos e a proteção e liberdade da mulher”, disse o vice-presidente à rede ATP, em referência a declarações do pontífice feitas em novembro de 2016.

Em entrevistas à ‘BBC Brasil’, o deputado Víctor Borda, do MAS, e a senadora de oposição Jeanine Chávez, da Unidade Democrata (UD), defenderam pontos de vista antagônicos sobre o projeto.
Borda, que apresentou o projeto à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, disse que a proposta não é descriminalizar o aborto, mas “abrir exceções na legislação em vigor” para atender mulheres carentes.

“Vemos mulheres indigentes, sem recursos e condições de criar um bebê que precisam de ajuda. E muitas vezes elas recorrem a um lugar clandestino, o que é um risco”, disse, reforçando a linha de argumentação do governo. “Vivemos em uma sociedade machista. O aborto é uma realidade e não é mais possível que seja encarado como tabu.”

O deputado, que disse ser pai de quatro filhos e ter uma mulher grávida de oito meses, afirmou que a proposta “é para o bem das mulheres”. “Mas os setores conservadores da Igreja parecem não ter lido o projeto”.

Para a senadora Jeanine Chávez, o projeto significará, na prática, a descriminalização do aborto, tese que o governo rechaça. “Querem abrir uma porta para permitir o aborto, desrespeitando princípios e valores. Além disso é mesquinho e até grosseiro usar a pobreza para justificar essa medida que vai contra nossa Constituição e os direitos da criança e do adolescente”, afirmou.

A parlamentar de oposição disse que os apoiadores da proposta tentam minimizar a importância da vida da criança ao usarem apenas a expressão “feto”. Caso o projeto seja aprovado, afirmou, “qualquer pessoa argumentará que é pobre para não levar uma gravidez pra frente”.

A expectativa, até o momento, é que o projeto seja aprovado na Câmara e no Senado, onde o governo conta com maioria dos votos.

No entanto, em 2012, quando Evo já era presidente, uma iniciativa para ampliar as hipóteses de aborto legal na legislação, mas que não incluía a questão da pobreza, foi vetada pelo Tribunal Constitucional do país.

“O debate de agora é social, mas ainda virá a parte constitucional da discussão, que gera muita polêmica”, afirmou o jornalista Carlos Calderón, diretor de Redação da agência de notícias Red Erbol.

Fonte: G1